Projeto e análise de sistemas térmicos para obras residenciais de alto padrão, comércio, saúde, indústria e agronegócio — com atendimento presencial em Campo Grande, MS e remoto em todo o Brasil.
Projeto de climatização

Quando contratar: na obra nova, na reforma ou na ampliação, antes de comprar equipamento. É o documento que o instalador segue e o que a prefeitura, o corpo de bombeiros e a vigilância sanitária cobram em obra comercial — refazer depois custa parede aberta.
Cálculo de carga térmica

Quando contratar: com uma proposta já na mão, para conferir antes de assinar se a capacidade oferecida está certa. É o serviço mais barato da lista e o que mais evita prejuízo — a diferença entre a regra de bolso do vendedor e o cálculo pela ABNT NBR 16401 costuma aparecer na conta de luz pelos próximos dez anos.
Projeto de ventilação e exaustão mecânica

Quando contratar: normalmente antes de ser conforto, é exigência. Garagem fechada, cozinha industrial e escada de emergência têm vazão mínima definida por norma, e a falta desse projeto costuma aparecer justamente na vistoria, com a obra pronta.
Refrigeração comercial e industrial

Quando contratar: antes de montar ou ampliar câmara fria, sala de manipulação ou linha com carga térmica de processo. Aqui o erro de dimensionamento não gera desconforto, gera produto perdido: câmara que não segura a temperatura no pico de carga estraga carga inteira e chama a fiscalização sanitária.
PMOC — Plano de Manutenção, Operação e Controle

Quando contratar: clínica, escola, escritório com atendimento ao público, academia, hotel ou loja com ar-condicionado já são obrigados pela Lei 13.589/2018 a manter o PMOC — e ele é pedido na fiscalização sanitária, não depois dela. Também é o que organiza a manutenção e evita a troca de equipamento antes da hora.
Diagnóstico e retrofit de sistemas existentes
Para quem já tem o sistema instalado e ele não entrega o esperado: ambiente que não gela, conta de energia acima do razoável, equipamentos que quebram com frequência ou reclamação recorrente de usuários. Levantamento do sistema atual, comparação com a carga térmica real e proposta técnica de correção ou substituição, com estimativa de retorno.
Consultoria técnica
Apoio pontual para quem precisa decidir: análise de propostas comerciais recebidas, segunda opinião sobre um projeto de terceiros, escolha entre soluções (VRF x split, por exemplo), ou orientação técnica durante a obra. Cobrado por hora ou por escopo fechado.
Modelagem BIM do sistema
Modelo tridimensional da climatização em ambiente BIM, com cada duto, tubulação, equipamento e ponto de difusão representado como objeto real e não como linha em planta. Serve tanto como entrega complementar ao projeto quanto como serviço isolado, para quem já tem o projeto em 2D e precisa levá-lo para BIM.
Inclui: verificação de interferências com estrutura, arquitetura e demais instalações; extração de quantitativos direto do modelo; e entrega em IFC, formato aberto que qualquer software BIM abre.
O que um sistema bem projetado entrega
Conforto térmico e qualidade do ar
Temperatura estável, umidade sob controle e renovação de ar na vazão que a norma exige — não só “ar frio”.
Eficiência energética
Equipamento na capacidade certa trabalha no ponto de melhor rendimento. Superdimensionar não economiza: desperdiça.
Custo operacional menor
A conta de energia e a manutenção correm por anos. O projeto é pago uma vez e influencia esse custo o tempo todo.
Integração com a obra
Climatização pensada junto com arquitetura, estrutura e elétrica — e não improvisada depois que o forro já fechou.
E a ART?
A Anotação de Responsabilidade Técnica não é um serviço à parte: é o registro no CREA que vincula o projeto ao engenheiro responsável. Projetos comerciais e industriais exigem ART, e ela acompanha a entrega do projeto. É o que dá validade legal ao documento e o que a prefeitura, o corpo de bombeiros e a vigilância sanitária cobram.
